O kudurista Pai Profeta afirmou que “ainda não nasceu um partido em Angola para substituir o glorioso Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)”.
Segundo Pai Profeta, muitos dos que criticam o MPLA demonstram ingratidão. “Todos nós nascemos e crescemos no MPLA, desde os nossos avós até aos nossos pais”, declarou, sublinhando a relação histórica entre o partido e várias gerações angolanas.
O artista garantiu que, mesmo perante dificuldades materiais, não renegará o seu compromisso político: “Podem tirar‑me tudo, menos o meu partido, o MPLA, porque eu prometi defender o MPLA, independentemente da minha vida, seja pobre ou rico.”
Pai Profeta atribuiu ao partido méritos fundamentais para o país, apontando que “é este MPLA que trouxe a paz, trouxe a liberdade de expressão, entre outras conquistas.” No final da intervenção, saudou as estruturas de juventude e de mulheres do partido e prestou homenagem ao chefe do Estado: “Por isso, viva o MPLA, viva a JMPLA, viva a OMA, viva o nosso Presidente, camarada João Lourenço”, disse.
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