Profissionais da comunicação social no país manifestam crescente insatisfação face à disparidade dos salários base entre diferentes categorias, situação que, segundo a classe, contraria o princípio de uniformização na função pública.
De acordo com relatos de jornalistas, um técnico médio chega a auferir remuneração superior à de um técnico superior, mesmo quando ambos possuem o mesmo tempo de serviço, cenário que está a provocar desconforto no seio da classe.
Dados avançados pelos profissionais indicam que um técnico médio de 2ª classe aufere um salário base na ordem dos 450 mil kwanzas, enquanto um técnico superior recebe menos de 400 mil kwanzas, evidenciando um desequilíbrio considerado injusto pelos visados.
Outra preocupação prende-se com as diferenças salariais entre órgãos de comunicação social.
Segundo os denunciantes, um técnico médio afecto à rádio pode auferir vencimento superior ao de um técnico superior em instituições como a ANGOP ou a Televisão Pública de Angola.
Apesar das várias reclamações apresentadas, os profissionais afirmam não encontrar abertura para a resolução do problema, denunciando ainda alegadas tentativas de descredibilização, sendo alguns conotados como “revús” por levantarem a questão.
Perante o cenário, a classe, através do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, apela à intervenção do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, no sentido de se proceder a uma averiguação rigorosa e consequente uniformização dos salários nas empresas de comunicação social.
Os profissionais consideram urgente a adopção de medidas correctivas, por forma a garantir maior justiça salarial e estabilidade no sector. de comunicação social.
Segundo os denunciantes, um técnico médio afecto à rádio pode auferir vencimento superior ao de um técnico superior em instituições como a ANGOP ou a Televisão Pública de Angola.
Apesar das várias reclamações apresentadas, os profissionais afirmam não encontrar abertura para a resolução do problema, denunciando ainda alegadas tentativas de descredibilização, sendo alguns conotados como “revús” por levantarem a questão.
Perante o cenário, a classe, através do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, apela à intervenção do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, no sentido de se proceder a uma averiguação rigorosa e consequente uniformização dos salários nas empresas de comunicação social.
Os profissionais consideram urgente a adopção de medidas correctivas, por forma a garantir maior justiça salarial e estabilidade no sector.
Ensuma, trata-se de uma progressão falhada que não é de carreira, mas sim, académica.
Jornalistas reprovam irregularidades na progressão de carreiras e admitem boicote à cobertura da visita do Papa à ANGOLA.
Profissionais da comunicação social em Angola manifestaram, nos últimos dias, forte descontentamento face ao processo de progressão de carreiras e pagamento de retroactivos no sector, denunciando alegadas irregularidades que, segundo afirmam, têm causado prejuízos profissionais, morais e psicológicos.
De acordo com informações apuradas pelo Lil Pasta News, o processo de avaliação de desempenho, essencial para a progressão nas carreiras, terá sido conduzido de forma apressada por departamentos de recursos humanos de várias empresas de comunicação social, comprometendo a justiça e a transparência dos resultados.
Os jornalistas queixam-se de falhas na atribuição de classificações, com relatos de avaliações consideradas injustas, em que profissionais com desempenho esperado foram classificados abaixo do nível merecido, afectando directamente as suas progressões e benefícios.
Em algumas províncias, segundo os relatos, o processo decorreu com maior clareza, mas noutras verificaram-se situações de alegada parcialidade por parte de responsáveis hierárquicos, prejudicando subordinados nas avaliações finais.
A classe denuncia ainda a ausência de uma actuação firme por parte dos Conselhos de Administração (CADs) e do sindicato do sector, acusados de não atenderem aos apelos dos profissionais nem defenderem os seus interesses.
Esta situação, afirmam, tem contribuído para um sentimento generalizado de abandono.
Quanto ao pagamento dos retroactivos e subsídios, persistem incertezas sobre a sua efectivação, não havendo confirmação clara sobre o cumprimento dos prazos anunciados.
Face ao cenário, alguns profissionais admitem a possibilidade de se absterem da cobertura de eventos de grande relevância, incluindo a eventual visita do Papa, alegando falta de motivação e condições dignas de trabalho. Não têm novidades da informação sobre os subsídios de férias no caso TPA e nem dos retroactivos dos últimos três meses.
Os jornalistas criticam igualmente o ambiente interno em algumas redacções, apontando práticas de favoritismo e perseguições, que, segundo referem, agravam ainda mais o clima de instabilidade no sector.
Perante este contexto, levantam-se interrogações sobre o papel das instituições responsáveis pela regulação e defesa da classe, bem como sobre as medidas a serem adoptadas para restaurar a confiança e garantir maior justiça no sistema de progressão de carreiras.
Até ao momento, não houve reacção oficial das entidades visadas sobre as acusações apresentadas pelos profissionais.
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