A Felisbela Francisco, segundo apurado, decidiu entregar a gestão da instituição a um jurista que, alegadamente, não tem conhecimentos na área de Agricultura, atitude que estaria a contribuir para o agravamento da situação do FADA.
De acordo com diversos relatos, António Dias da Silva, Diretor do Gabinete de Apoio ao Conselho de Administração, tem assumido funções de influência determinante nos processos internos. É apontado como um dos “homens de sombra” ligados à PCA, tendo passado a substituir António Melo de Chanja dentro do FADA. Desde então, passou a coordenar e decidir, “como bem entende”, enquanto António Dias da Silva, ao longo de anos, teria aspirado ao cargo máximo.
As mesmas fontes referem que essa atuação estaria associada à condução de sucessivos Conselhos de Administração ao que classificam como fracasso, com criação de intrigas entre membros do Conselho. Entre os alegados alvos desse ambiente, teria estado o Dr. Manuel Pedro, então administrador executivo do FADA, atualmente PCA da ZEE.
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Nos dias de hoje, a alegada tática de desestabilização continuaria, com a atual vítima referida como Saydi Fernando. Segundo a informação recolhida, em conluio com a PCA e com a própria Felisbela Francisco, António Dias da Silva procuraria “apagar” os administradores executivos. Uma das teses apontadas é a de que o FADA não necessitaria do MiNAGRIF — estrutura que, segundo a alegação, assessora a PCA com opiniões geradas por Inteligência Artificial. O mesmo relato sustenta que parte dessas opiniões poderá mesmo vir a ser convertida em documentos oficiais assinados por Felisbela Francisco.
Ainda assim, os críticos sustentam que António Dias da Silva não teria compreendido que nem tudo deve ser “abocanhado” em prol de Felisbela Francisco. Entre os exemplos apontados estariam “negociatas” relacionadas com a distribuição de mixas de tratores com a FERPINTA.
De acordo com os mesmos testemunhos, António Dias da Silva adotaria, com frequência, uma postura descrita como desrespeitosa para com os administradores: interromperia intervenções e condicionaria o debate, por vezes com a aparente anuência da PCA. A influência exercida junto de Felisbela Francisco teria gerado preocupações, com a indicação de que decisões de impacto estrutural estariam a ser impulsionadas fora dos circuitos formais, sem a devida validação do Conselho de Administração.
Entre essas decisões mencionadas estaria a solicitação feita por Felisbela Francisco à Exma. Ministra das Finanças para substituir Saydi Fernando por António Dias da Silva. Como essa tentativa terá sido chumbada pela Ministra, Felisbela Francisco, segundo consta, teria alargado poderes a António Dias da Silva, intensificando o que as fontes descrevem como um ambiente organizacional tóxico: desmotivação, perda de confiança e receios quanto à sustentabilidade do próprio FADA.
Especialistas em governação corporativa alertam que a fragilização dos processos colegiais e dos mecanismos de controlo pode expor a instituição a riscos significativos, tanto financeiros como reputacionais.
Apesar de várias matérias publicadas sobre alegadas irregularidades “desta gente do piorio”, sustentam os denunciantes que nada teria sido feito. Assim, os críticos apelam ao Senhor Ministro Isaac dos Anjos e à Senhora Ministra Vera Daves da Silva para que seja tomada alguma medida relativamente às graves irregularidades no FADA.
Também é mencionado que muitos obstáculos são colocados a sucessivas auditorias, e que relatórios internos apontam falhas graves. No entanto, de acordo com o que é alegado, a inação manter-se-ia por a PCA Felisbela Francisco estar protegida, inclusive, pelo Senhor Ministro de Estado Massano.
Entre as condutas referidas estariam financiamentos sem contratos, créditos concedidos antes da aprovação e sem processos, e ainda a exigência recente de que diretores produzam documentos com o objetivo de “driblar” a auditoria do MINFIN — prática atribuída, segundo os relatos, a António Dias da Silva.
Por fim, os críticos defendem que o FADA necessita de um gestor com conhecimento específico em Agricultura Familiar, e não de uma gestora que — segundo a acusação — gastaria fundos públicos em autopromoção, em entrevistas pagas à imprensa e num ciclo de promoção da imagem pessoal. A alegação acrescenta ainda que as perguntas das entrevistas seriam disponibilizadas por Antonio Dias da Silva.
José Mário Garcia
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