No âmbito de vários acordos de cooperação técnica que têm sido estabelecidos entre o Tribunal de Contas angolano e várias instituições congéneres e até universitárias, o controlo externo do país vem colhendo inúmeras vantagens, e até melhorias substanciais na qualidade do trabalho que presta.
Desde então e de forma bastante habilidosa, a presidência do TC vem estabelecendo várias parcerias estratégicas, no âmbito da formação contínua dos seus quadros com Instituições conceituadas do Brasil, das quais se destacam a USP ( Universidade de São Paulo ) que há vários anos ocupa a primeira posição do raiking das melhores universidades sul americanas, o Instituto de Contas de São Paulo, instituição ligada a formação de auditoria pública, a UNITINS ( Universidade Estadual de Tocantins ) e neste mesmo Estado a UFT ( Universidade Federal de Tocantins ), sendo nesta última que se iniciou recentemente a materialização das ações formativas, de pôs - graduação ( Mestrado e Doutoramento ), em que um dos primeiros formandos é o Dr Sebastião Gunza, tendo como colegas de carteiras consultores, directores de várias áreas e técnicos do Tribunal de Contas angolano.
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Não se pode ignorar a humildade do Presidente do TC ( Tribunal de Contas ) em sentar - se no mesmo lugar do saber com colegas de vários escalões na instituição, ou seja, seus subordinados, para juntos proverem - se cada vez de mais conhecimentos, sobre as finanças públicas, controlo das políticas públicas e correcta execução prática das várias espécies processais. O que garante assim a regulação sempre mais clara de como são usados os dinheiros dos angolanos. Todas estas ações de formações dentro deste intercâmbio com a República Federativa do Brasil e não só, não têm qualquer custo para o Tribunal de Contas de Angola, ou seja, são verdadeiras ofertas formativas que não se esgotam nessa primeira ação, outras tantas virão.
De realçar no ordenamento jurídico brasileiro as Universidades Federais, são financiadas pelo Estado do Brasil, isto quer dizer que nem estudantes vindos de outros países têm que pagar pelas respectivas formações.
Desde que Sebastião Gunza assumiu a presidência dessa Corte de Contas, reconhecem-se, e são visíveis melhorias qualitativas e de prestígio a nível do País, no exterior. Há anos que não se ouvem falar de negociatas no Tribunal de Contas, certamente porque a reforma e o rigor que introduziu veio cortar velhos hábitos, tráfico de influência e vícios, o que irritou algum segmento interno e externo do Tribunal. Contudo, diga-se que a confiança dos utente é foi totalmente restabelecido no Tribunal de Contas.
Portanto, era de esperar que até a promoção de formação interna provocam tanto alarido.
Sebastião Gunza, tem a fama de não fazer alinhamento à jogadas, por fora, não foi por acaso que introduziu uma reforma profunda na IGAE-Inspecção Geral da Administração do Estado, deu corpo, endurance e dignidade a instituição, e cujos resultados todos conhecemos.
Refira-se que o Presidente do Tribunal de Contas angolano é igualmente o Presidente da Organização que tutela os Tribunais de Contas da CPLP, cuja a sigla é OISC/CPLP. Além de ser membro ativo e influente da organização que tutela os Tribunais de Contas de África, AFROSAI - E, bem como membro de bastante relevância na INTOSAI, que é organismo das Nações Unidas, que congrega os Tribunais de Contas ao nível no mundo.
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