Conselheiros e colegas do tempo da JMPLA do Governador e 1º Secretário do Partido, Nunes Júnior, aconselham-no a acabar com a bicefalia dada às incongruências existente nos municípios do Lobito e Benguela, onde titulares estão dilacerados e com objectivos diferentes, nesta fase da pré-campanha eleitoral, onde o esforço conjunto é desmedido.
Fontes bem posicionada, de antigos dirigentes do partido e do Governo, sugerem para o município de Benguela, o actual administrador do Cubal, dado êxito político que tem tido e por conhecer bem a praça, numa altura em que, António Calianguila perdeu aceitação no casco urbano e o Administrador de Benguela Armando Vieira ser antissocial. Para o Lobito, sugere-se que seja indicado o actual administrador dos Navegantes conhecido por João António, para que possa diminuir a onda de crescimento que a UNITA está a ter na sala de visitas de Angola, sobretudo na zona alta da cidade. A casmurrice começa no facto do 1º secretário municipal do Lobito do MPLA Victor Chiteculo estar asfixiado ao pescoço, dum lado o administrador Carlos Pacotalo, e do outro o seu segundo secretário conhecido por Pires Bongue que quer a todo o custo o cadeirão mais fofo da cidade do flamingo, espalhando brasas sobre o seu mentor político.
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A proposta para dividir o mal pelas aldeias, avança a fonte, Victor Chiteculo deverá substituir Herculano Neto no Bocoio indicando-o para o departamento de veterinária do gabinete provincial da agricultura e pecuária de Benguela.
Pacatolo deverá vir para a Assessoria do Governador para os Assuntos Institucionais do Governo de Benguela.
Para o município do Cubal, os conselheiros sugerem a indicação de Simão Calutenele, e para os Navegantes, Nito Arcanjo, provenientes do partido provincial.
Os conselheiros sugerem ainda a mexida do actual 1º secretário do Balombo, dada a reclamação por parte de muitos pastores e líderes religiosos que apontam muitas situações de fornicação que está a estragar muitos lares, além de conluios ligados a contratação pública, onde sugerem a indicação de Ricardo Catumbela.
Kalopa Mário, que na direcção do ambiente está a vagabundear, deverá ser rendido por João Buanio que recentemente lançou um livro sobre o Coringe.
Os municípios da Ganda e Chongoroi também deverão sofrer alterações, onde Francisco Prata e Ernesto Pinto poderão ser rendidos por Manuel Hermenegildo João da OMA de Benguela e Kátia Teixeira.
Educação e saúde em queda livre
A nomeação de Biline Lopes para dirigir o gabinete provincial da educação não deixou satisfeito os antigos quadros e funcionários do sector, visto que há cerca de 20 anos seguidos, o gabinete é dirigido por quadros provenientes do Lobito, numa altura em que o berço da intelectualidade benguelense está na sua capital, e também pelo facto de ser um quadro medíocre do Ministério da Educação, cuja avaliação está abaixo da média.
O “status quo”, em que se encontra o sector não mostra harmonia entre os profissionais do giz, pais e encarregado de educação, que devem ser uma família estão sem norte. Neste sector, os conselheiros sugerem nomes de José Pereira da Inspecção ou Maria de Assunção Neves, actualmente directora do Magistério da praia morena, que conta com cerca de 50 anos de educação.
De igual modo, o sector da saúde está monopolizado há cerca de 20 anos, onde médicos enfermeiros e trabalhadores civis já não se revem na actual condução de António Cabinda, sugerindo para o seu lugar o médico do Inema, cuja fonte revelou chamar-se Abrantes ou uma senhora de nome Isabel Catraio. Paulo Dias
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