As 3 piores governadoras: Falta de rumo em províncias dirigidas por mulheres ameaça apoio ao MPLA em 2027



No primeiro semestre de 2026, várias províncias governadas por mulheres têm sido apontadas por moradores como áreas “sem crescimento” e com pouco impacto positivo na vida da população. Segundo relatos locais, as governadoras estariam a falhar na apresentação de planos concretos voltados ao bem-estar, o que tem alimentado críticas e aumentado o receio de mudança política já nas eleições de 2027.


Em províncias como o Bié, a situação tem gerado insatisfação crescente. A governadora Celeste Elavoco David Adolfo é acusada de desgovernar e de não promover evolução visível. Moradores afirmam que a província segue “de mal a pior”, sem sinais claros de desenvolvimento, o que reforça a percepção de abandono e gestão fraca.



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No Bengo, a crítica se intensifica com a liderança de Maria Antónia Nelumba. De acordo com populações locais, a província “piorou” e não apresenta futuro, com a governadora sendo acusada de não ter um plano concreto para melhorar as condições de vida. As reclamações incluem a falta de resultados práticos e a sensação de que o território é deixado à própria sorte.


Já em Lunda-Norte, marcada pela atividade diamantífera, a situação também é alvo de questionamentos. A governadora Filomena Elizabete Chitula Miza Aires é descrita por muitos como responsável por uma província que permanece “perdida no tempo e no espaço”. Desde que assumiu a liderança, a população relata degradação contínua e ausência de perspectivas de melhoria.


Diante desse cenário, cresce a pressão por mudança. Muitos moradores sustentam que, se a atual gestão continuar sem propostas capazes de reverter a situação, o MPLA, no poder há mais de 50 anos, corre risco de perder em 2027 nessas províncias.


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