Moradores do Kilamba afirmam estar a viver um clima de medo e instabilidade no edifício onde residem, depois de, segundo dizem, a filha de Bento Bento — Helga Cadete Bento — fazer a vida “cara” aos vizinhos. De acordo com os relatos, Helga é alegadamente procuradora da esquerda, e estaria a usar influência para causar conflitos constantes no prédio.
Segundo os moradores, o casal estaria a agir como “um inferno” para quem vive no local: não pagariam o condomínio, teriam confrontos com trabalhadores do prédio (como jardineiros) e acumulam, na versão apresentada, episódios que transformaram o quotidiano numa fonte de tensão.
Detenção em 19/08/26 por causa de uma vaga
O episódio mais grave, conforme os denunciantes, ocorreu em 19/08/26, quando teria sido feita a detenção de três senhoras, incluindo a coordenadora do prédio, por causa de um parque de estacionamento.
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Os moradores alegam que o problema começou quando a responsável teria recusado regularizar-se junto da administração para ocupar o espaço, afirmando que seria “procuradora” (frase incompleta no relato). O impasse teria escalado até ao acionamento das autoridades.
Os familiares indicam também que há queixas ligadas ao uso das áreas do condomínio, incluindo a alegação de que o esposo teria arrombado uma porta (com “massa”), por não concordar em pagar/regularizar certas obrigações. Dizem ainda que a porta continuaria danificada e que as denúncias já feitas não teriam tido consequência.
Os moradores denunciam ainda que, após a detenção, familiares foram à esquadra 52, onde explicaram o motivo do conflito. Segundo o relato, teriam sido tratados com ironia e o instrutor teria dito que estariam apenas a cumprir ordens.
Conforme a versão apresentada, a resposta teria sido: “Só estamos a cumprir ordens da procuradora, aqui não tem caso, vocês arranjam advogados”.
Ainda de acordo com a denúncia, o conflito teria avançado quando, sem diálogo, a responsável teria colocado uma placa no estacionamento da familiar e chamado a polícia, alegadamente para “se prevenir” caso alguém tentasse ocupar ou retirar a vaga.
No desfecho, os moradores fazem um apelo emocional: “se existe justiça neste país, que faça sentir”. Alegam que não se trata de uma disputa simples, mas sim de um caso de abuso de poder, com impacto direto na vida das famílias e na ordem interna do prédio.
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