irmãos Indianos Khalid Jaffer e Sameer Jaffer Donos da SUAVE que doam a Angola um presente “chinês” envenenado para higiene

 


Conheça a história de dois irmãos empresários vindo da Índia, Khalid Jaffer e Sameer Jaffer, construíram a Empresa SICIE, LDA sem registos, e inventaram a marca "SUAVE" fabricados na China, enviado para Angola, e de uso proibido na Europa e América, encontraram um mercado fértil no continente africano, por falta de controlo de qualidade, enganam os clientes com a gestão entregue a cidadãs Portuguesas, que usam o trafico de influência para intimidações , abusos de confiança e fuga ao fisco, investigação aponta para possíveis crimes de branqueamentos de capitais e trabalho escravo.


Uma investigação levada a cabo pelo Repórter Angola, após denuncias de clientes da empresa SUAVE-Angola, identifica a rede de um comercio triangular, que surgiu na Índia, Angola e China.

Apesar de escrituras e registo comercial opacas, a SICIE, Lda. (Sociedade Industrial e Comercial de Importação e Exportação) é a empresa detentora da marca SUAVEem Angola. A própria empresa afirma que opera desde finais dos anos 90 e possui instalações industriais em Viana, Luanda.

Inicialmente a empresa tinha como socios, indianos e de Bangladesh,  Sameer Jaffer como CEO, Khalid Jaffer, Mario Sucre Kalupeteca e Thando Dladla como diretores/administradores da empresa, posteriormente, a gestão de algumas lojas foi assumida pela cidadã Portuguesa, Adriana António, suposta directora da SUAVE.

A verdade é que os produtos desta empresa Suave, além de descartavés, são de fabrico chinês, que não apresenta um controlo de qualidade certificada para o uso em peles sensíveis do ser humano e o clima que Angola apresenta.

O investimento saiu da Indía, depois dos irmãos  Khalid Jaffer e  Sameer Jaffer terem frequento uma formação em Canadá, visitaram para china em busca de oportunidades de negocios, onde descobrem a area industrial e comercio geral de produtos de higiene e limpeza, antes de regressar para Angola, ao encontro da parte da familia.


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inicialmente, todos produtos da Suave, instalada em Angola viria da China, desde 1997 que Marcou o início de sua consolidação no mercado nacional como maior produtor e distribuidor de itens de higiene até 2010, com a dependência de produtos exportado apartir da China.

Apenas em 2024, que a Suave redefiniu a produção local de detergentes com qualidade e inovação, depois de investimento de 17 milhões de dólares entre 2021 e 2022.

Segundo varias reações, de clientes da empresa ouvidos pelo Repórter Angola e reclamações das redes sociais da empresa, os produtos fabricados por esta empresa não apresenta qualidade exigida, nem passam pelo laboratório de controlo de qualidade dos Ministérios de Comercio e Industria e da Saúde, podem se verficicar em:

Detergentes, Produtos de limpeza, Papel higiénico, Guardanapos, Fraldas, Pensos higiénicos e Produtos de higiene pessoal de marca Suave.

Em Dezembro de 2025, numa operação do DIIP Efectivos da secção municipal do Departamento de Investigação de Ilícitos Penais de Cabire, província do Icolo e Bengo, apreenderam, na manhã de uma segunda-feira, 8, na empresa SUAVE, cerca de 219 toneladas de granulados, matéria prima que era usado para a produção de sabão, bem como um número ainda não exato de matéria prima que servia para o fabrico de fraldas descartáveis, expiradas.

De acordo com o Porta-voz da Polícia no Icolo e Bengo, Intendente, Euler Matari, tudo começou quando uma equipa de segurança da referida empresa SUAVE dirigiu-se até ao piquete do comando municipal da Polícia de Cabire, com o objectivo de efectuar uma participação de um furto que um dos seus colegas, também operativo, praticou na instituição.

Na sequência, os operacionais do DIIP dirigiram-se até à empresa, chegando ao local onde o mesmo segurança havia guardado o produto furtado, descobriu-se que se tratava de granulados já num estado expirado.

O Porta-voz explicou que o facto chamou atenção dos efectivos, que, de seguida, exigiram que se mostrasse o stock onde se encontrava o grosso do produto e, foi aí onde foi flagrado às 219 toneladas de matéria-prima que serviam para o fabrico de sabão.

Do mesmo modo, na empresa SUAVE, o DIIP encontrou uma quantidade, ainda sem um número exato, de matéria-prima que servia para a produção de fraldas descartáveis.

Na mesma operação, o DIIP deteve um cidadão do Bangladesh, de 33 anos de idade, funcionário da SUAVE, bem como um segurança angolano, por furto, entrentato, passados 10 meses, as autoridades nunca mais voltaram a dar explicações ao destino do produto apreendido nem do processo contra os dois detidos.

Entretanto, este Jornal sabe, que o trafico de influencia dos irmãos  Khalid Jaffer e Sameer Jaffer, falou mais alto

“Eles são grandes corruptos, abafaram o caso e pagaram mais de 6 milhões a Policia para abafar o caso e soltar os presos, é possível que até o produto expirado tenha sido entregue” disse o ex funcionário da Empresa.

A cidadã Portuguesa, identificada por Adriana António, suposta directora da SUAVE, tão logo surgiu, de forma desrespeitosa, insurgiu-se com todos.

A mesma chamava nomes feios à polícia, bem como em tom de arrogância fazia ameaças a todos que se encontravam apenas a fazer o seu trabalho, palavras como “este é um país das bananas, vocês vão ver o que vai vos acontecer, estão a brincar né?”.

Os irmãos indianos, Sameer Amin Hussein Jaffer e Khalid Jaffer dividem, em partes iguais, da estrutura accionista actualmente documentada coloca Sameer Amin Hussein Jaffer e Khalid Jaffer no centro da propriedade da sociedade. Cada um detém uma quota de 50 milhões de kwanzas, correspondente a metade do capital social, fixado em 100 milhões de kwanzas.

A configuração resulta de alterações registadas a 27 de Janeiro de 2023, quando Khalid Jaffer adquiriu a participação anteriormente pertencente a Amin Mohamed Jaffer, passando a deter uma quota igual à de Sameer.

A empresa apresenta actualmente, além da Suave, as marcas Brilux e LavaPro, procurando responder a diferentes segmentos do mercado.

No seu site oficial, a Suave diz ter uma rede com mais de 60  lojas e mais de 1200 trabalhadores.  Entretanto o Repórter Angola, sabe que em Dezembro de 2025 estes trabalhadores ficaram sem o referido salários com um atraso que obrigou os funcionários a abandonarem a empresa, acusando a gestora Portuguesa Adriana Antônio de má gestão, arrogância e abuso de confiança.

Khalid Jaffer, identificado publicamente como administrador-geral da empresa, esteve associado a uma das apostas industriais anunciadas em 2022: a construção de uma fábrica de detergentes em Viana, num investimento previsto de 17 milhões de dólares.

Em Maio de 2026, uma alteração ao pacto social alargou o objecto da SICIE à transformação, fabrico e comercialização de papel higiénico, fraldas, pensos higiénicos, produtos de higiene e limpeza, bem como ao fornecimento e distribuição de medicamentos, produtos farmacêuticos e equipamentos hospitalares, mantendo ainda o comércio geral, a importação e a exportação.

A falta de qualidade dos produtos da Suave, e a  presença de methylisothiazolinone (MI/MIT) e methylchloroisothiazolinone (MCI/CMIT) nas toalhitas húmidas e fraldas descartáveis da marca Suave e Mimo, fabricados pela empresa SICIE, Lda., está a levantar preocupações sobre os possíveis efeitos na pele de crianças que utilizam as fraldas.

Em crianças, os produtos da Suave podem provocar Alergias, hematomas, vermelhidão, comichão, irritação, descamação e dermatite de contacto, sobretudo quando existe contacto prolongado com a pele.

As isothiazolinonas são utilizadas como conservantes para impedir o crescimento de bactérias e fungos. A literatura médica, contudo, identifica a MI e a MCI/MI como alergénios capazes de desencadear reacções cutâneas, sobretudo em pessoas previamente sensibilizadas.

Um estudo publicado na revista Pediatrics documentou seis casos de crianças com dermatite alérgica associada à utilização de toalhitas contendo methylisothiazolinone. As crianças apresentavam lesões persistentes, sobretudo na região perianal e nas nádegas, tendo os sintomas desaparecido depois da suspensão dos produtos.

Outro estudo dedicado à população pediátrica considera as isothiazolinonas alergénios que não devem ser ignorados em crianças, devido à sua capacidade de provocar dermatite de contacto.

As actuais dúvidas surgem, porém, num contexto que não é novo. Em Abril de 2019, a AADIC aconselhou os consumidores angolanos a não comprarem nem utilizarem fraldas das marcas Suave, Sunny Baby, Pufies e Nunex, que considerava produtos contrafeitos e sem a segurança necessária.

De Recordar que em Abril de 2019, a AADIC – Associação Angolana dos Direitos do Consumidor, desencorajou os consumidores a comprarem fraldas descartáveis da nossa empresa e de mais algumas empresas que operam no mercado.

A SICIE LDA reagiu repudia veemente esse comportamento e essa denúncia da referida associação. mas reconheceu que :

A SICIE LDA é uma empresa de direito angolano, com mais de 20 anos, que levou a cabo, em tempos difíceis, um projecto industrial que empresa mais de mil trabalhadores, contribuindo deste modo para a diversificação da economia e para o desenvolvimento da nação angolana.

“A SICIE LDA não compra produto acabado, adquire matéria prima no exterior, pelo facto da ainda ser insuficiente a produção nacional de algodão, elásticos e cola e fabrica as fraldas, papel higiénico, guardanapos e outros derivados de papel, em Angola, com angolanos e para angolanos” lê-se no comunicado com a data de 12 de Abril de 2019.

A empresa A SICIE LDA prima no cumprimento das regras e padrões internacionais de higiene no fabrico do produto fraldas e demais com excelente qualidade, velando sempre no interesse do consumidor.

A SICIE LDA  acusou ainda a associação AADIC de pretende, deliberadamente manchar o bom nome de quem, com o espírito de missão e de entrega, fez um esforço titânico no sentido de contribuir para a diversificação da economia, criou emprego e gerou desenvolvimento e continua assim fazendo com esforço e dignidade próprias.



Repórter Angola


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