O ar de abandono em que se encontra votado este empreendimento (salão de festas/restaurante) é um dos sinais mais evidentes do ocaso em que mergulhou o Movimento Nacional Espontâneo (MNE), nesta fase crise de Bajulação que estamos com ela. Agora, há, pelos vistos, menos políticos a recomendar os serviços desta organização. Será que o OGE fechou-lhes as torneiras?
Era neste espaço, sobretudo aos fins-de-semana que o seu dono, o «Fidelíssimo» Didi e pares da sua turba bajulativa divertiam-se à grande e à angolana, ao sabor do kuduro, kizomba e outros ritmos frenéticos em espectáculos que arrastavam várias figuras da nomenclatura política e económica à Barra do Dande.
Presumo que era aqui que os Libajus delineavam as suas estratégias de bajulação e ensaiavam os discursos de deificação ao «Arquitecto da Paz», sob o olhar silencioso do rio Dande.

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