Utentes e funcionários da Repartição de Identificação da Cidade do Kilamba cagam no capim

Por falta de W.C`s a funcionar, utentes e funcionários da Repartição de Identificação Civil da Centralidade do Kilamba situado na quadra F, edifício 07 rua da Administração, fazem necessidade biológica (maior e menor) no capim nas redondezas dessa instituição pública.


Debaixo do sol ardente, calor e por conta da morosidade nos de atendimento público para obtenção de documentos, sobretudo Bilhete de Identidade, os utentes que vão àquela unidade do Ministério da Justiça são obrigados a procurarem um local discreto no meio do capim para “fazerem necessidades”. Como se não bastasse as dificuldades que enfrentam para tratarem de documentos.

Numa breve conversa com um funcionário daquela instituição que não aceitou gravar entrevista preferindo o anonimato, ficamos a saber que os próprios funcionários também vivem as mesmas dificuldades que os utentes, embora com menor aflição.

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Utentes da Repartição de Identificação da Cidade do Kilamba são obrigados a correr no capim para “fazer necessidade” porque a instituição pública não tem W.C´s

“Nós funcionários da Identificação da Centralidade do Kilamba temos o mesmo problema porque também não temos WC” confessou. “Quando chega o momento de fazer de fazer necessidades (defecar), somos obrigados a nos socorrer da mata nas imeadiações para fazer as necessidades no capim. É triste que uma instituição com tanta responsabilidade passar esse mau exemplo”, lamentou o funcionário público.

A unidade foi inaugurada em 2013 pelo antigo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Rui Mangueira.

Indignados com as condições sanitárias os utentes e funcionários têm solicitados sem sucesso para que o Ministério de tutela faça alguma coisa no sentido de resolver esse vergonhoso problema.

Em conversa com a equipa de reportagem do Farol, um utente de 57 anos afirmou que esse não é um caso isolado, mas todas as repartições têm falta de WC´s.

“Não tenho dúvidas de que a maior desorganização está nas instituições do Estado.Tenho certeza e afirmo que 90% dos postos de Identificação não têm condições sanitárias. Já andei por vários e sempre constato a mesma coisa. Eu vim acompanhar o meu neto, quero urinar mas não tenho onde fazer isso com privacidade”, lamentou o cidadão.

“Se continuarmos nessa pobreza mental teremos muitos problemas de saúde pública,  para além dda Covid-19, a Cólera e outas doenças desabafou com revolta no semblante.

Nossa equipa tentou contactar a direcção da referida repartição, mas não fomos bem sucedidos.


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