CORRUPÇÃO NA SAÚDE: Governador de desvia verba de Retroativo dos Médicos e Enfermeiros em Cabinda





O Governador de Cabinda, Marcos Alexandre Nhunga e Ruben de Fátima Buco, secretário da saúde, desviam verbas de retroativos dos Médicos e Enfermeiros recém admitidos do concurso público de 2019 em Cabinda.


Médicos e enfermeiros recém admitidos em Cabinda, clamam por ajuda. Confira a denúncia:

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Em julho de 2020 depois da publicação dos resultados finais do concurso público, assinamos o contrato, na primeira semana de Agosto mandaram nos chamar para fazermos seminário de capacitação que durou uma semana. Segundo o secretário provincial da saúde de cabinda Ruben de Fátima Buco e o vice-governador para sector político e social Dr Miguel dos Santos Oliveira, disseram que depois de duas semanas, fariam entrega das guias de colocação, infelizmente, não é foi o que aconteceu. Na última semana do mês de agosto, recebemos a informação a partir da Rádio Comercial de Cabinda, de que no dia 1 de setembro, tínhamos que fazer estágio de capacitação obrigatório (todos recém admitidos) nos dois hospitais de referência da província, garantido, que haveria salário durante o tempo de estágio.


Alguns médicos foram obrigados abandonar os seus empregos em algumas clínicas porque nos haviam prometido salário. O secretário da saúde e  o Governo da Província Marcos Nhunga, garantiram-nos que haveria salário, no final do mês de setembro. Para o nosso espanto, recebemos informações de que em algumas províncias, receberam salários referente aos meses de Agosto, Setembro e Outubro.  


Marcamos uma reunião com o secretário provincial Ruben Buco, mostrando o nosso descontentamento, o mesmo disse-nos que, devido à descontinuidade geográfica da nossa província, o processo de inserção no sistema de saúde poderia demorar porque a Ministra de Saúde tinha que assinar os mesmo, obrigando-nos à continuar estágio sem remuneração, alegando que no final do mês de outubro teríamos salário e, até fomos ameaçados, se não cumprirem o estágio, vamos rescindir o novos contratos. Com medo de perder o emprego, continuamos com estágio. No final do mês de outubro, não houve salário, voltaram a nos prometer que no mês de novembro haverá pagamento e com retroativos.


Até nesse exato momento os médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico, apoio hospitalar, e administrativos estão desesperados, o próprio Recursos Humanos diz estar preocupado porque a Ministra de Saúde resolveu a situação de todos os candidatos admitidos em Angola, excepto em Cabinda, ainda não fomos inseridos no sistema, não há garantia de salário, sem previsão de entrega das guias. 


em quase todas províncias, todos recém admitidos já auferem salário e estão colocado.


Sinceramente não sabemos a que se deve essa demora e falta de transparência dos dirigentes, se a nossa província tem falta de médicos.


E para terminar, em quase todas províncias, todos recém admitidos já auferem salário e estão colocado.


É sabido, todo concurso público tem validade de um ano, se não formos inseridos até no dia 2 de Dezembro o nosso concurso será anulado.


Portanto, neste momento clamamos encarecidamente a intervenção do Governo Central e da Ministra da Saúde para a resolução desta nossa situação.



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