Obras nas vias de acesso ao Novo Aeroporto Internacional de Luanda vão desafogar, em breve, tráfego rodoviário na capital



A construção e reparação de vias e acessibilidades rodoviárias nas grandes cidades causam inevitavelmente, transtorno no dia-a-dia dos automobilistas. Luanda, onde estão em curso várias obras, em vias principais, secundárias e terciárias, é um exemplo.

 As filas de veículos aumentam e os automobilistas, apressados para chegar aos seus destinos, protestam contra os incómodos, criticando aqueles que decidiram fazer obras, assim como quem as põe em marcha e leva a bom porto, neste caso, as construtoras.

Há males necessários, mas nem sempre, mesmo quando somos, por várias vias e meios, alertados e informados pelas autoridades para transtornos temporários gerados por obras, por exemplo, conseguimos antecipar os ganhos que chegam depois do ‘prejuízo’ de tempo e de incómodo.



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Vem isto a propósito dos problemas que têm vindo a sentir-se nas últimas semanas por causa dos trabalhos em curso no âmbito das acessibilidades ao futuro novo aeroporto internacional de Luanda (NAIL), que agravam as filas de trânsito em várias vias usadas por muitos milhares de pessoas todos os dias.

Estas obras, como é sabido, têm de estar prontas antes da inauguração do NAIL, marcada para 11 de novembro – uma infraestrutura moderna, criadora de emprego, um polo de inovação e de atracão de pessoas e de investimento, de que o país precisa como nunca. Tendo em conta estes prazos, os trabalhos exigem o encerramento em simultâneo de três retornos, na Avenida Pedro de Castro Van-Dúnem, prevendo-se que sejam abertos dentro de aproximadamente 4 semanas. Uma obra destas, os especialistas sabem, exige, dado que o pavimento nesse troço da via é em betão armado, pelo menos 28 dias para o betão ganhar a resistência expectável, sem usar nenhum método de aceleração de cura.

Depois concluídos, estes acessos rodoviários vão melhorar – e muito – a qualidade e segurança das vias e a fluidez no tráfego, para além de outras infraestruturas, como pontes pedonais, para usufruto dos transeuntes. Estão a ser reparadas e construídas dezenas de pontes pedonais, melhorando as condições de circulação e, sobretudo, de segurança de milhares de pessoas que também usam as vias.

Por todo o mundo, as obras causam transtorno. Luanda não poderia ser diferente. Nos tempos recentes temos visto exemplos – veja-se o túnel Talatona – Nova Vida – em que aos protestos  sesucede a satisfação.

Que venha o NAIL e todos os ganhos que Angola e os angolanos vão sentir em breve!


Engº civil Adilson Cambiete


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