Angola acaba de conquistar uma vitória que não é apenas desportiva, mas também emocional e identitária: o título no Afrobasket. Num ano em que nos preparamos para celebrar os 50 anos da nossa independência, este triunfo representa muito mais do que um troféu. É um marco de unidade, de orgulho e de reafirmação da nossa força como povo.
Foi a bandeira erguida, o hino cantado em uníssono, as ruas pintadas de alegria e o coração de milhões de angolanos a pulsar no mesmo compasso. O desporto, mais uma vez, cumpriu a sua missão maior: unir sem distinção, apagar fronteiras partidárias e lembrar-nos de que, quando somos Angola, somos invencíveis.
Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth Muenho, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762
É lamentável que, em vez de se juntar a esta celebração nacional, uma deputada da UNITA tenha escolhido este momento para tentar semear tristeza e polémica. Ao manipular dados e associar a vitória ao sofrimento de forma distorcida, não demonstra apenas falta de rigor, mas também uma intenção clara de desviar a atenção do que deveria ser um instante de alegria colectiva. Esta atitude revela que, mais do que pensar Angola, prefere atacar a sua reputação e diminuir um feito que une a Nação.
A alegação de que “46 crianças por dia morrem de fome em Angola segundo a UNICEF” é falsa. Em relatórios oficiais não existe qualquer referência a esse número. O que se sabe, de acordo com dados disponíveis, é que cerca de 40% das crianças menores de 5 anos sofrem de desnutrição crónica e 5% de desnutrição aguda (UNICEF/INE/WFP, 2024). Nenhum documento da UNICEF confirma a estatística usada pela deputada, o que mostra quão longe está da realidade que diz conhecer e até levanta a necessidade de questionar se não estaremos perante um desvio emocional que carece de estudo.
Questões sociais existem, e ninguém as ignora. Angola ainda enfrenta desafios, sim. Mas não é justo transformar uma conquista nacional em palco para calúnias e discursos que pretendem apagar o brilho de uma vitória que pertence a todos nós. Ser oposição não significa ser contra Angola. Ser oposição não pode significar atacar aquilo que mais nos orgulha como nação.
O verdadeiro patriotismo é celebrar os feitos do nosso povo, mesmo enquanto lutamos para superar as dificuldades. Patriotismo é reconhecer que, quando os nossos atletas entram em campo, não jogam por partidos, jogam por Angola inteira.
Angola venceu. O povo sorriu. O mundo aplaudiu. E nada, nem a maldade de quem prefere espalhar sombras, pode apagar a luz deste momento.
Siga o canal do Lil Pasta News clicando no link https://whatsapp.com/channel/0029Vb4GvM05Ui2fpGtmhm0a
Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação



0 Comentários