Entre os potenciais candidatos à liderança do MPLA, o general na reforma Francisco Higino Lopes Carneiro é, até ao momento, o que mais assinaturas recolheu, totalizando cerca de 8 mil apoios, número superior ao mínimo de 5 mil exigido pelos estatutos do partido.
De acordo com as normas internas, qualquer candidato à presidência do MPLA deve apresentar 5.000 assinaturas de militantes efetivos com quotas regularizadas, distribuídas de forma a garantir representatividade nacional, envolvendo as 18 províncias do país. O processo visa assegurar uma base de apoio alargada e não restrita a uma única região.
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Entretanto, segundo apurações, tanto João Lourenço como Higino Carneiro estariam a enfrentar dificuldades na recolha de assinaturas na província de Cabinda, uma das regiões onde o partido registou maior desgaste eleitoral nas eleições gerais de 2022.
A equipa de campanha de Higino Carneiro iniciou a recolha de assinaturas há mais de um ano, mas poderá ver parte do trabalho reavaliado, uma vez que a subcomissão de candidaturas da Comissão Nacional Preparatória do congresso do MPLA passou a exigir a utilização de uma ficha específica de subscrição, cujo modelo ainda não terá sido oficialmente distribuído aos potenciais candidatos.
Paralelamente, há relatos de recolha de assinaturas favoráveis a João Lourenço, conduzida por alguns primeiros-secretários municipais em Luanda, através de fichas que estariam a ser preenchidas sem a identificação clara do candidato apoiado, situação que tem gerado dúvidas entre alguns militantes sobre a transparência do processo.
Sobre o processo, o militante do MPLA John John Martins levanta preocupações quanto à forma como está a ser conduzida a preparação das candidaturas, questionando a transparência e a equidade no acesso à informação. “Se este processo fosse transparente e acessível, os representantes dos pré-candidatos já teriam todas as informações necessárias mesmo antes da conferência de imprensa da subcomissão de candidaturas”, afirmou, acrescentando que a divulgação faseada das orientações poderá estar a criar dificuldades na recolha das assinaturas.
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