Corrupção na Polícia? - Efectivos do DIIP denunciam irregularidades no 2° Curso de Técnicas de Investigação Criminal



Efectivos do Departamento de Investigação de lícitos Penais (DIIP) de algumas províncias do interior estão insatisfeitos com as modalidades adoptadas na exclusão "injusta" do pessoal do 2°Curso avançado de Técnicas e Táticas de Investigação Criminal e Instrução Processual, alegadamente por terem pouco tempo de serviço.


Numa carta dirigida ao Ministro do Interior, Manuel da Conceição Homem; ao Comissário-geral, Francisco Monteiro Ribas da Silva, e ao Comissário Morais Quifica Samuel Mutulo, Director de Pessoal e Quadro da Polícia Nacional Angolana (PNA), a que este Jornal teve acesso, esses efectivos sentem-se injustiçados, sobretudo pelo facto de tal expulsão ter deixado os de Luanda de fora.


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"Pretendemos expor uma situação de injustiça relacionada à falta de verdade e clareza na averiguação feita pela equipa de inquérito do Gabinete Jurídico do Comando Geral da PNA", dizem no documento, justificando que a reclamação reside no facto de que, no dia 23 do mês de Setembro de 2024, depois de cumprirem todo protocolo nos seus DIlP's provinciais, foram apurados a frequentar o 2.° Curso Avançado de Técnica e Tática de Investigação Criminal, ocorrido no Instituto Superior Osvaldo de Jesus Serra Van-Dúnem, de 23 de Setembro de 2024 a dia 28 de Fevereiro do ano em curso, que teve como finalidade, capacitar e promover os efectivos que ocupam cargos de chefias que estão há mais de dois anos na DIlP.


"Acontece que depois cumprir todos pressupostos do curso, desde avaliação, provas, regulamentos, incluindo estágios de dois meses, faltando apenas dois dias para o encerramento, 35 efectivos fundadores do DIIP, nas suas províncias, foram surpreendidos com uma lista de exclusão do curso, por uma equipa de inquérito, onde figuravam simplesmente os nomes dos efectivos doutras províncias, menos os nomes dos efectivos do DIIP Luanda, alegando que não éramos especialistas da DIIP das nossas províncias de proveniência" , lê-se no documento.


Os queixosos procuraram perceber as implicações do processo e alegam que foram vítimas de uma denúncia feita por um colega do DIIP/Luanda, segundo a qual dentro do pessoal seleccionado da DIIP Luanda havia pessoas com menos de um ano de se serviço na instituição, mas estavam a frequentar o curso, e pessoas com mais de três anos que não são de Luanda não foram seleccionados.


"Como é possível que no DIIP/Luanda nenhum efectivo figurava na lista de exclusão, apenas nós que, com muito esforço e dedicação, conseguimos alcançar esta oportunidade e somos cofundadores da instituição há mais de 4 anos, temos certificados de mérito e louvor?" questionaram, revelando que também tiveram informação que dá conta que efectivos com um mês no DIIP afectos à direcção Nacional também não foram tocados.


Dizem que os seus chefes de departamento já foram chamados ao gabinete jurídico, mostraram OS documentos que provam a sua efectividade e que foram seleccionados de forma transparente, tendo o gabinete jurídico assumido que a falha foi sua. "Ocorre que,T passaram 07 meses desde que lhes foi garantido que a situação seria resolvida o mais urgente possível, mas até ao momento não se resolveu nada", frisaram, pedindo aos destinatários desta carta para que ajudem a encontrar uma solução.


O Na Mira do Crime  tentou ouvir o porta-voz da DIIP, Quintino Ferreira, mas não fomos bem sucedidos, porque não atende o seu telemóvel.



Na Mira do Crime 


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