Um homem, aparentando cerca de 30 anos, foi executado com três disparos de arma de fogo na madrugada deste domingo, 14 de setembro, nas imediações da maquete publicitária do projeto habitacional da empresa Konda Marta, próximo ao Campus Universitário da Universidade Agostinho Neto, no município do Camama, em Luanda.
Segundo testemunhos recolhidos pelo portal Club-K, o crime ocorreu numa área visível da entrada principal do Mercado do 11 de Novembro, recentemente restituído aos camponeses por decisão do Tribunal da Comarca de Luanda (TCL). Funcionários da empresa Konda Marta relataram ter avistado, à distância, uma viatura da Polícia Nacional com a matrícula coberta, transportando um cidadão no seu interior.
“Trouxeram um homem dentro da patrulha e executaram-no por volta das 2h00 da manhã, em frente à lona publicitária do projeto das camponesas da Konda Marta, no mesmo terreno onde a polícia e a fiscalização do município do Camama haviam anteriormente colocado carcaças de viaturas como forma de ocupação ilegal”, relatou um funcionário ao Club-K.
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De acordo com as testemunhas, ao ser retirado da viatura, o homem teria gritado: “Não fiz nada, não fiz nada”, antes de ser atingido por três disparos fatais. A identidade da vítima ainda não foi revelada pelas autoridades.
O Presidente do Conselho de Administração da Konda Marta, Daniel Afonso Neto, reagiu ao incidente, classificando-o como uma estratégia para incriminar a empresa. Segundo ele, o local da execução não foi escolhido ao acaso, tratando-se de um terreno legalmente restituído à Konda Marta pelo tribunal, mas que tem sido alvo de ocupações ilegais promovidas por agentes da Polícia Nacional e da fiscalização municipal, que chegaram a colocar viaturas abandonadas como forma de simular ocupação.
“Sem qualquer competência judicial para contestar a titularidade da empresa, certos sectores da polícia parecem agora recorrer ao crime e ao medo como ferramentas de pressão e tentativa de incriminação contra a Konda Marta”, afirmou Daniel Neto, acrescentando que a execução reforça as suspeitas de uma manobra macabra para manchar a imagem da empresa e instalar um clima de insegurança.
Até ao fecho desta matéria, o corpo da vítima permanecia no local, aguardando pela chegada dos órgãos da Polícia Nacional para a remoção do cadáver. As autoridades ainda não se pronunciaram sobre o ocorrido.
Club-K
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