Keve reage decisão do Banco Nacional de Angola Relativa a Questões Históricas de AML/CFT


 No âmbito da nossa Política de Transparência e do firme compromisso com as melhores práticas internacionais em Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo (AML/CFT), o Banco Keve informa aos seus parceiros sobre uma recente decisão do Banco Nacional de Angola (BNA) que, no exercício do seu mandato de supervisão, aplicou uma multa relativa a deficiências em matérias de AML/CFT identificadas entre 2021 e 2022.


Importa salientar que, antes da inspecção do BNA, que deu origem a esta decisão, a actual liderança, que entrou em funções em 2022 – período subsequente às operações –já havia iniciado uma profunda reforma no quadro da Função de Compliance do Banco, após avaliação interna que concluiu a necessidade de alinhamento com os padrões internacionais, especialmente os definidos pelo Grupo de Acção Financeira (GAFI/FATF), internalizados no Banco Keve como um dos eixos centrais do seu plano de reestruturação global, saneamento e de prevenção de situações irregulares, como aidentificadas.


Neste sentido, o Banco Keve implementou, de forma proactiva, um conjunto alargado de melhorias estruturais e operacionais, com destaque para:


• Substituição da função de Compliance Officer, com o recrutamento de um

profissional sénior, com experiência comprovada em banca internacional; e sólida


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formação em programas de Compliance baseados no risco;

• Início de implementação de plataformas tecnológicas avançadas para monitorização de transacções, classificação de risco e análise em tempo real, totalmente integradas com as obrigações de reporte e licenciamento junto do BNA;

• Revisão e reforço integral das políticas e procedimentos internos de AML/CFT,

com proibição expressa de operações consideradas de risco elevado ou não

conformes, seguindo a abordagem baseada no risco, estabelecida pela

metodologia do GAFI;

• Reformulação completa do processo de onboarding e due diligence de clientes

(CDD);

• Implementação de programas contínuos de formação e capacitação técnica

para todos os colaboradores, com ênfase em AML, CFT, triagem de sanções e

controlos internos;

• Institucionalização da prática sistemática de reporte de Operações Suspeitas

(ROS) à Unidade de Informação Financeira (UIF), reforçando a colaboração activa

com as autoridades competentes e promovendo uma cultura de transparência e de

responsabilização.

Todas estas medidas foram adoptadas de forma voluntária e preventiva, antes de qualquer medida do BNA, reflectindo o forte compromisso da Administração Executiva com o pleno alinhamento às normas do GAFI, às exigências do BNA e às obrigações internacionais em matéria de AML/CFT.


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