Mentor do projecto Frente Povo Unido “nega usurpação da paternidade da sigla FPU à UNITA”

 


O mentor do projecto político Frente Povo Unido, Carlos Lopes, negou em declarações exclusivas à Rádio Correio da Kianda, que “não usurpou a sigla FPU, para a sua formação política, um acrónimo conhecido publicamente como Frente Patriótica Unida, cuja paternidade é atribuída a UNITA, Bloco Democrático e sociedade civil, criada como plataforma eleitoral em 2022”.

 

Carlos Lopes fundamenta que não está a usurpar o acrónimo, FPU, para o seu projecto, por entender que “a Frente Patriótica Unida (FPU), não está inscrita no Gabinete dos Partidos Políticos, do Tribunal Constitucional, sustentando que ninguém pode reclamar pela paternidade da sigla”.

 


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O político sustenta por isto que, (FPU), são iniciais que se traduzem em Frente Povo Unido, seu projecto político.

 

Carlos Lopes revelou, por outro lado, que em 2024, reuniu em Portugal com o líder do “Galo Negro”, Adalberto Costa Júnior, com o representante da sociedade civil, Francisco Viana, com o antigo coordenador do PRA-JA – Servir Angola, Abel Epalanga Chivukuvuku, e um representante do Bloco Democrático, onde foi categórico em afirmar que em 2027 a eleição tinha de recair para a FPU.

 

Atendendo a não formalização da plataforma, o político entende que é tempo de levar avante o projecto político.

 

Carlos, sem revelar os nomes dos alegados jovens que apoiam a iniciativa, disse ter já coordenadores de núcleos ao nível de algumas províncias.

 

Correio da Kianda 


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