Um grupo de facilitadores do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Ministério da Educação denunciou, por meio de redes sociais, que está há mais de um ano sem receber os salários semestrais de 20 mil kwanzas, valor que consideram irrisório. A situação, segundo os denunciantes, é resultante da má gestão dos recursos e da conivência de gestores nas províncias e municípios.
Os facilitadores ressaltam que o programa EJA é financiado pelo Banco Mundial, o que torna inexplicável a falta de pagamento. “Não há motivos para isso, especialmente em um projeto que não deveria estar atrelado à crise financeira alegada pelo governo”, afirmaram. Eles solicitam apoio para que suas vozes sejam ouvidas e pedem uma solução urgente para a situação.
A insatisfação se aprofunda diante da nova legislação que estabelece um salário mínimo de 100 mil kwanzas, e os facilitadores acusam o próprio governo de desrespeitar essa norma ao manter salários tão baixos e em atraso. Muitos dos profissionais são provedores de famílias e, segundo eles, a situação tem gerado grande aflição.
“Estamos bastante aflitos! Precisamos desse valor, mesmo que seja pouco”, concluíram, na esperança de que a divulgação de seu descontentamento possa provocar uma mudança imediata.
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