José Carlos de Almeida diz que prefere morrer pobre a ser considerado ladrão ou corrupto. Por isso, desviar  fundos e bens públicos em seu benefício e de terceiros está fora de hipótese”

 



1 . José Carlos de Almeida, o próximo Presidente de Angola, teve de despender muito dinheiro para viajar a diversos países do mundo, no âmbito do seu projecto “Conhecer o Mundo”, cujo objectivo é conhecer países desenvolvidos e bem organizados do mundo. 


2 . É importante conhecer países mais desenvolvidos para se poder reflectir sobre o nível de desenvolvimento econômico e organizacional de Angola. Contudo, é preciso reflectir com honestidade intelectual, isto é, fazer um cotejo honesto entre os países desenvolvidos com Angola, tendo em conta os seus anos de independência, os seus diversos orçamentos anuais, a estabilidade — social, militar e politica —, a democratização, bem como a consciência jurídica dos seus cidadãos. 


3 . José Carlos de Almeida chegou à ilação de que Angola está atrasada economicamente, apesar da guerra a que esteve sujeita e às várias crises económicas que enfrentou. Angola preocupou, de facto, com a desminagem dos territórios minados durastes as diversas batalhas, com o fito de permitir a circulação de pessoas e bens e a diversificação da economia. Todavia, não o fez de forma ambiciosa. Por outro lado, não soube aplicar os recursos financeiros tomados de empréstimo. Infelizmente, a corrupção notória desgraçou o País. Altas figuras do Poder que deviam contribuir para o desenvolvimento do País, estiveram associados a corrupção, com a cumplicidade do Povo e dos partidos políticos da oposição, porque apenas choramingaram. Observaram, sem reacções protestantes dignas de relevo. Em alguns casos o o Povo e os partidos políticos da oposição foram cumpres da corrupção. 


4 . Por várias razões, José Carlos de Almeida, que nunca roubou e que não pretende se beneficiar de um único Kwanza dos recursos públicos, quer em proveito próprio, quer em em favor da sua família, criticou os actos de corrupção. A suas críticas recorrentes e o facto de não ser bajulador afastaram-no poder. 


5 . José Carlos de Almeida promete  over com base nos seus rendimentos, provenientes da sua qualidade de Presidente da República e da venda dos seus livros, cujos conteúdos temáticos são interessantes. Por isso, mandará traduzi-los em  diversas línguas, sobretudo o livro, “Teoria da Leitura” e os seus projectos de livro “Viva a Poesia!”, “Caneta do Poeta” e “Reflexões De Um Pensador”, que já  estão geminados. Estão em fase de edição. Portanto, ele terá  fontes honestas de rendimento.  Não será necessário pôr a mão só erário. Pelo contrário, dos seus rendimentos, financiará uma associação credível de luta contra o analfabetismo.

Com base no que se disse, com Jose Carlos de Almeida na Presidência da República, haverá mais fontes impressas de leitura— livros, jornais e revistas — e a luta conta o analfabetismo será efectiva. Portanto, haverá mais luz intelectual. 

José Carlos Carlos de Almeida diz com emoção que, se sendo Presidente da República, desviar fundos do erário público para proveito próprio ou para a sua família poderão matá-lo. O político reitera que nunca roubou, extorquiu é que nunca burlou quem quer que fosse. Por isso. Espera   morrer com uma imagem limpa e ter uma tatuagem no coração de todos os angolanos. 


6 . JOSECA é meu nome informal. É um nome de carinho. Joseca Makiesse é o meu pseudônimo literário. A se dirigirem a mim, podem usar o nome JOSECA, que representa a junca de José Carlos de Almeida. Isto é, JOSÉ +C+A. 



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