O Movimento Cívico FAZEMOS denunciou, esta quinta-feira, a detenção do seu presidente, Tanaice Neutro, e manifestou preocupação com a ausência de informações claras sobre o seu enquadramento legal, exigindo a sua libertação imediata.
De acordo com uma nota informativa divulgada pela organização, uma equipa do movimento, acompanhada por familiares do activista, deslocou-se nas primeiras horas do dia à 4.ª Esquadra de Luanda, com o objectivo de obter esclarecimentos sobre a detenção.
Sem respostas conclusivas, o grupo seguiu para o piquete da Direcção de Investigação e Ilícitos Penais (DIIP), onde foi recebido pelo chefe de operações, José Bernardo. Segundo a fonte, foi-lhes indicado que o cidadão poderia ser ouvido na Esquadra da Ilha ou do Bairro Operário.
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As diligências prosseguiram na Esquadra da Boa Vista, onde os representantes do movimento foram informados de que Tanaice Neutro teria sido transferido para o Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Luanda.
Entretanto, o advogado Bumba, contactado pela equipa, manteve comunicação com um procurador, que indicou que, até às 14h00, não havia ainda qualquer processo formal em tramitação, sendo previsível que o activista venha a ser ouvido apenas no dia seguinte.
Ainda segundo o movimento, Tanaice Neutro iniciou uma greve de fome como forma de protesto contra a sua detenção, acção que, à data da divulgação da nota, já durava há cerca de 24 horas.
Na mesma comunicação, assinada pelo vice-presidente Simão Cativa, o Movimento Cívico FAZEMOS condena a detenção do seu líder, apelando ao respeito pelos direitos e garantias legais dos cidadãos.
Até ao momento, as autoridades não se pronunciaram publicamente sobre o caso.
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