Sempre que se aproxima um ciclo eleitoral, a UNITA do Presidente Adalberto Costa Júnior vem sempre com uma proposta que parece ter descoberto a pólvora. 


Quando faltam 16 meses para as eleições gerais, a UNITA  surge com uma “famosa“  proposta de “Pacto de Estabilidade e reconciliação nacional”. Um país que já realizou cinco pleito eleitorais, quatro dos quais, depois da assinatura dos acordos do Luena à 4 de Abril de 2002, há liberdade de imprensa, de pensamento, a circulação de pessoas e bens é um facto, as instituições da República estão a funcionar em pleno, a Constituição da República de Angola cumpre com os seus pressupostos, que pacto de estabilidade pretende a UNITA? Pacto de regime ou um novo GURN? 


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O pacto de regime, já existe desde os primeiros acordos que levaram o país  a realizar as primeiras eleições gerais em 1992 e, foi reforçado com os acordos do Luena.

Ao longo dos mais de 32 anos de democracia efectiva a UNITA nunca aceitou os resultados eleitorais, nunca aprovou um Orçamento Geral do Estado, tenho a certeza  que o filme repetir-se-á em 2027. 


A história de “pacto de regime e reconciliação nacional” é uma fuga para frente, a Unita tem consciência que  em 2027 não será poder. Vamos deixar as instituições do estado funcionarem,  as eleições não podem ser só livres, justas e transparentes  quando você (a Unita) ganha como defendeu o finado líder da Galo negro, Jonas Malheiro Savimbi. 


António Mussumari, Membro do comité provincial do MPLA na Lunda-Norte.

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