Caála: “40 crianças no chão” durante provas — denúncia de violação pedagógica e humana



A subdiretora pedagógica da Escola Marian Nguabi, no município da Caála, foi denunciada por colocar cerca de 40 crianças para realizarem provas sentadas no chão. A alegação, segundo a denúncia, é que as estudantes teriam feito barulho em sala de aula.

A acusação partiu do ativista Thiago Safuloca, que afirmou, através da sua página nas redes sociais, que o episódio teria ocorrido numa turma de 7.ª classe, com o grupo de estudantes a ser submetido ao castigo sob a justificativa de que teria havido indisciplina durante as aulas.

De acordo com o ativista e defensor dos direitos humanos, a gestão actual da escola corre o risco de comprometer o prestígio e o legado construídos ao longo de décadas, caso não sejam tomadas medidas sérias para corrigir práticas que atentem contra princípios pedagógicos e humanos.


Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762

Sobre o último incidente, apurámos de forma preliminar — com a reserva que o caso exige — que duas estudantes identificadas como Anita Molossande e Bernarda Mbali terão sido não apenas submetidas a uma situação considerada desumana, como também vítimas de agressões físicas.

Conforme as informações recolhidas, teria estado presente como fiscal da turma a professora Laurinda, de Matemática, licenciada em Matemática pelo ISCED Huambo. A mesma fonte refere que a docente se ausentou da sala durante o alvoroço gerado, para prestar mais esclarecimentos.

Thiago Safuloca alerta que a educação na Caála poderá “colapsar” caso não sejam adotadas medidas adequadas para colmatar possíveis desdobramentos de casos semelhantes, sobretudo quando envolvem crianças e práticas que violam a dignidade e os direitos fundamentais no ambiente escolar.

Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação 

Postar um comentário

0 Comentários