O enriquecimento sem justa causa de “Dino” (Leopoldino Nascimento) é bago de ginguba na conta do general- Maria Luísa Abrantes



 O enriquecimento sem justa causa de “Dino” (Leopoldino Nascimento) era apenas de 200 milhões de euros?


Dizer que o enriquecimento do “Dino” seria “apenas” 200 milhões de euros é um argumento fraco. 200 milhões de euros para ele são, na prática, “peanuts” (bagos de ginguba).


Na verdade, ao analisarmos o conjunto de operações e participações relacionadas com o seu percurso, o valor recebido pode ser muito maior do que esse montante divulgado. E isso inclui, por exemplo:


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- Dividendos e o valor correspondente a 10% das ações com as quais ficou na Trafigura, além do valor obtido com a venda da Trafigura;  

- Venda de 3% da Pumangol ao Estado, que teria sido oferecida a ele;  

- O valor relativo à venda de ações que detinha no BAI;  

- A soma de dividendos provenientes dessas participações;  

- E ainda a parte do valor que recebeu pela “devolução” ao Estado do projeto Baía de Luanda.

Em resumo: somando todos esses elementos — e ainda outros que possam existir —, fica difícil sustentar a ideia de que tudo se resume a “200 milhões de euros”.

Parem de nos atirar areia para os olhos.

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