Professores de Luanda, Bengo, Huambo, Huila, Moxico, Cabinda, Cuanza Sul e Norte defendem continuação da greve até novas garantias



Professores de Luanda, Bengo, Huambo, Huila, Moxico, Cabinda, Cuanza Sul e Cuanza Norte defendem a continuação da greve até que o Governo apresente novas garantias referentes às reivindicações da classe. A posição foi transmitida esta sexta-feira, 25, pelo secretário-geral do SINPROF, Admar Jinguma, à saída da Assembleia dos Trabalhadores das 8 províncias, realizada para avaliar o estado da paralisação e o andamento das negociações com o Executivo.


De acordo com Admar Jinguma, os docentes de Luanda foram “claros” ao insistirem na manutenção da paralisação enquanto não forem apresentadas garantias consideradas mais concretas pelo Governo. O secretário-geral sublinhou que a posição dos professores das oito províncias será agora analisada em conjunto com as conclusões das assembleias realizadas nas restantes regiões do país, antes de a direcção do sindicato decidir sobre a continuidade ou a suspensão da greve.

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Ainda segundo o dirigente sindical, está prevista uma reunião com o Governo para as 14h00 desta sexta-feira, com o objectivo de discutir as questões levantadas pelos professores nas diferentes assembleias. O SINPROF pretende apresentar no encontro as principais preocupações da classe e avaliar, em conjunto com o Executivo, as garantias relacionadas com as reivindicações anteriormente apresentadas.


A decisão sobre os próximos passos da greve deverá ser tomada após a análise das posições recolhidas nas 21 províncias e da avaliação dos resultados da reunião marcada com o Governo.

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