Para além de não ter alguem em específico que os recebessem de modo a serem informados e guiados nos seus respectivos aposentos, foram jogados a sorte. Ao encontrar-se com uma realidade diferente, condições não favoraveis decidem não entrar nos aposentos e se recusam em baixar as maletas dos autocarros.
O edificio que era o destino dos estudantes graduados no interior do país brindava para cada estudante un colchão pelado e un lençol, não levando em conta que o edificio se encontra numa zona litoral que por sua vez a partir das 18 horas o clima é frío.
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Com um lençol como oferta dos serviços os estudantes devem decidir se cobrem a cama ou se usam o lençol para cubrir-se do extremo frío litoral.
A manifestação foi controlada pela policía local logo nas primeiras horas do día 10 de Outubro.
Depois de explicar ao responsavel da policía local a situação que descontentava os estudantes, a policía se dispõe en chamar o responsavel dos estudantes no solo cubano que por sua vez se fez presente.
Os estudantes descontentes, conversaram com o responsavel do SAE (Sector de Apoio Estudantil) Dr. Eugenio a real situação e pediram melhorias nas condicões que se prestava no edificio.
De imediato o responsavel do SAE deu a cara as autoridades do edificio de manera a melhorar-las. Promessas foram feitas, mas até agora não vemos resultados, o que levará a uma outra manifestação.
A pergunta que se levante é, se o SAE dispõe de recursos económicos para brindar aos seus patriotas melhores condições então porque não o fazem?
Será apoderação dos recursos económicos brindados pelo INAGBE para os estudantes?
O que tem passado então para essa tamanha de incompetência?
Vale recordar que alguns graduados do INAGBE neste momento numa pensão em algures da cidade capital Luanda.
A saga da incompetência continua...
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