A Administração Geral Tributária (AGT) encontra-se no centro de novas suspeitas de irregularidades financeiras. Solicitações para a realização de uma inspeção emergem, uma vez que há indícios de um esquema fraudulento que pode remeter ao escândalo dos 7 mil milhões de kwanzas. A questão central gira em torno do pagamento desigual do bónus de Natal: alguns técnicos receberam, enquanto outros não, sem qualquer justificação oficial.
Com o valor do bónus já aprovado no Orçamento Geral do Estado (OGE), surgem interrogações sobre o destino do montante que foi retido. Essa discrepância pode configurar, à luz dos factos, um ato de apropriação indevida, suscetível de escandalizar tanto funcionários quanto cidadãos.
É uma situação preocupante ver um administrador atuar em desacordo com a Constituição da República, decidindo arbitrariamente quem deve ou não ser contemplado com o subsidio de Natal, como é o caso do Administrador Pedro Marques.
Ainda ressoando os ecos do escândalo anteriormente mencionado, que envolveu alegados desvios de fundos sem que a hierarquia tenha percebido, este novo caso levanta sérias preocupações sobre a governança da AGT, uma instituição que deveria operar com rigor e transparência.
Diante desse cenário alarmante, as autoridades competentes precisam assumir uma postura proativa e investigar a fundo as alegações, para restabelecer a confiança nas instituições públicas e garantir a responsabilidade necessária no setor público.
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