No último final de semana, diversas postagens caluniosas contra Rifen Miguel, presidente da Fundação M3M, ganharam destaque nas redes sociais. A M3M, que tem como patrono o renomado jogador Selton Miguel, cresceu exponencialmente após uma doação de cerca de 50 mil dólares feita por Selton, solidificando a posição da fundação na gestão de jogadores africanos que almejam carreira nas academias dos Estados Unidos.
Com apenas dois anos de atuação, a M3M já se destacou por realizar o Camp Selton Miguel em Luanda, promovendo a seleção de três jovens talentos que receberam bolsas de estudo. Esse sucesso, no entanto, não foi bem recebido por Ivan Morais, filho do ex-ministro das Finanças, e Kizua, ex-embaixador de Angola em Portugal. Ambos são sócios de uma agência concorrente, onde Rifen Miguel atuou por mais de cinco anos. Sentindo-se ameaçados pelo êxito da M3M, Morais e Kizua, são acusados de supostamente desencadearem uma campanha de difamação para prejudicar a imagem de Rifen e de sua fundação.
As acusações dirigidas a Rifen incluem alegações de burla e até a insinuação de que estaria preso—informações que não possuem fundamento. Rifen nunca esteve encarcerado e não responde a processos nos EUA por esses motivos. O único incidente registrado ocorreu em uma interação com a polícia, em que Rifen atuou como tutor de um grupo de jogadores que, em tom de brincadeira, acionaram o alarme de um supermercado ao tentar levar uma barra de chocolate sem pagar. Rifen assumiu a responsabilidade pelo incidente, pagando uma caução de 2.013 dólares, e o caso foi resolvido como um pequeno delito, já arquivado.
Atualmente, as acusações distorcidas servem para manchar a reputação dos irmãos Miguel, que têm se destacado no cenário esportivo. O sucesso da M3M e a carreira dos irmãos incomodam aqueles que tentam desacreditá-los, como Morais e Kizua, que, em vez de focar no próprio trabalho, têm recorrido a táticas desleais.
Rifen e sua equipe estão tomando as medidas legais cabíveis contra a desinformação, e já foram iniciados processos para responsabilizar os promotores dessas calúnias. É importante ressaltar que a interação com a polícia nos EUA é comum, e um pequeno deslize não deve ser confundido com prisão.
Além disso, a M3M continua sua trajetória de sucesso, já tendo auxiliado mais de 20 jogadores a ingressar nas melhores universidades da NCAA. Com um trabalho que se estende a diversos países africanos, a fundação já levou atletas de Cabo Verde, Nigéria, Senegal e Uganda aos EUA. Selton Miguel também tem o suporte de Rifen na gestão de sua carreira, em parceria com um agente americano, assegurando que a fundação mantenha sua missão de apoiar jovens talentos.
O futuro da M3M parece promissor, solidificando-se como uma força no desenvolvimento de jovens atletas africanos, enquanto enfrenta desafios com ética e determinação.
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Fonte: Secreto News
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