A empresa de transporte coletivo TCUL atravessa um período crítico, marcado por crescentes insatisfações entre os trabalhadores. Os funcionários têm expressado suas preocupações em relação aos constantes atrasos salariais e à persistente falta de combustível para a frota, problemas que têm comprometido a operação normal dos serviços.
Na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, a nova frota da base Cazenga não conseguiu entrar em operação no segundo período, evidenciando a gravidade da situação. Para piorar, na manhã desta terça-feira, os relatos indicam que a falta de combustível continua, levando a uma paralisia ainda maior das atividades.
Diante dessa situação caótica, os trabalhadores exigem uma mudança na liderança da empresa. "Pedimos que retirem de imediato o atual PCA. Ele não está a dar frutos; pelo contrário, está a contribuir para a degradação contínua da imagem da empresa", afirmaram os representantes sindicais em coletiva.
A insatisfação crescente poderá resultar em novas mobilizações, caso não haja uma resposta rápida e eficaz por parte da administração da TCUL. Em meio a esse cenário desafiador, os usuários do transporte público também enfrentam dificuldades, colocando em evidência a necessidade urgente de uma solução.
José Gunga Ulika
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