O Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA) foi criado pelo Estado angolano como instrumento de política pública para dinamizar o sector agrícola, sobretudo o segmento familiar e de pequena/média escala. A motivação central da sua criação está ligada a três necessidades estruturais:
Diversificação da economia, reduzindo a dependência do petróleo…
Promoção da segurança alimentar, incentivando a produção nacional…
Apoio financeiro e técnico aos produtores, que historicamente enfrentam dificuldades de acesso ao crédito bancário.
Na prática, o FADA funciona como um fundo público que concede financiamento (muitas vezes com condições bonificadas), assistência técnica e acompanhamento de projetos agrícolas, visando aumentar a produtividade e sustentabilidade do setor.
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As perguntas que se colocam são as seguintes:
Estas 3 necessidades estruturais estão a ser atendidas?
Os créditos estão a ser concedidos em tempos estipulados pelas autoridades ou apenas pelo cumprimento da agenda que a PCA leva a cabo, priorizando os seus amigos e cumprimento de ordens do seu chefe Directo José de Lima Massano?
O porquê a mecanização é a prioridade do FADA? Será porque as comissões que a PCA e seus directores de confiança recebem são as mais significativas na venda de tractores?
Eu solicitei o meu crédito em 2024 e até ao momento nem visita foi feita, para validação do meu espaço e toda a documentação que submeti.
Mas conheço muita malta que submeteu a sua documentação, 1 ano depois e “mesmo sem contrato assinado” já receberam o financiamento.
Qual o critério que o FADA está a utilizar?
Das 10 viagens que realizei a Luanda, a primeira resposta foi que o meu processo havia
desaparecido… Depois, que já estava para receber a tão esperada visita e até ao momento, nada.
Mas o meu vizinho com a sua cooperativa já recebeu tractor e financiamento.
Quanto ao tractor, foi coagido por uma equipa de avanço da PCA para a escolha de um
fornecedor que nem adianta citar o nome. Todos os dias este meu vizinho se queixa porque faltam algumas ferramentas e está à espera do contrato para poder formalizar uma reclamação junto as entidades.
Com base na minha introdução e posteriormente na minha reclamação vou me perguntando se foi este o motivo da criação deste fundo… Para nos apoiar “nós pequenos agricultores” ou apenas para fazer sair dinheiro do FADA para as empresas de próximos de quem dirige o FADA?
Estimada Ministra das Finanças, aquela carta de apoio a Felisbela Francisco que foi remetida ao seu Gabinete, foi assinado por coação e pressão psicológica aos funcionarios. Felisbela Francisco, comete os mesmos erros que cometeu no Porto de Luanda, os Funcionários do Porto de luanda espulsaram Felisbela Francisco com um abaixo assinado. No FADA, Felisbela Francisco agiu de forma premeditada, em colaboração com os Directores, António Chanja, António dias da silva e a Directora de Recursos Humanos Clarice Sambeny, coagiram psicologicamente os colaboradores a assinarem a petição após denuncia grave apresentada na mídia.
Casos de Mutuários que vêem suas facturas proformas trocadas, por outros fornecedores controlados pelo Director de Crédito Tário Barata.
Por este, venho de forma aberta solicitar um esclarecimento, uma auditoria dos Ministérios das Finanças e Agricultura.
Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação



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