A ativista Sizaltina Cutaia manifestou, numa publicação na sua página do Facebook, a sua descrença na alegada capacidade do MPLA de ter eliminado a UNITA em 2002, um ano marcado pela morte do presidente fundador do movimento, Jonas Savimbi.
No seu pronunciamento, Sizaltina argumenta que, até hoje, o Governo angolano não conseguiu neutralizar ou extinguir a ala armada da FLEC, que segundo ela opera apenas em Cabinda. Para a ativista, esse cenário tornaria “praticamente impossível” acreditar que a UNITA — que, de acordo com o mesmo raciocínio, estava ativa em “quase todo o país” — tivesse sido completamente eliminada naquele período.
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“O deputado do MPLA disse uma verdade”, escreveu, acrescentando que não gosta de abordar esse tipo de temas, mas que considera haver muita tendência para “se iludir” com interpretações fáceis sobre questões sérias.
No mesmo texto, Sizaltina apelou ainda para que nem todo o Mabeco seja incluído nas listas para deputados, defendendo que a orientação “vale para todos”.
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