O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) de Angola enfrenta sérias dificuldades operacionais devido a problemas na emissão de novos documentos. A empresa contratada para o processo, a ANY, de origem húngara, não possuía experiência consolidada na área e recorreu ao apoio de uma companhia de um país vizinho da Rússia, igualmente sem a robustez técnica de concorrentes europeus mais experientes.
Sem tempo suficiente para realizar testes adequados, foi colocado em circulação um documento inacabado, que deveria ser introduzido de forma gradual. A situação gerou falhas técnicas e atrasos, comprometendo a credibilidade do sistema.
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Fontes ligadas ao sector afirmam que a decisão de não recorrer a parceiros históricos, que já operaram no SME durante décadas, agravou o problema. Caso seja necessário emitir novas cédulas, o processo poderá levar até três meses, tempo estimado para a empresa ANY corrigir os erros e disponibilizar documentos válidos.
O episódio tem impacto direto na imagem internacional de Angola, que vê sua credibilidade questionada e enfrenta perdas financeiras. Especialistas apontam que a crise resulta de uma gestão inadequada da especialidade migratória e já se discute a necessidade de uma nova ordem de chips para corrigir os problemas estruturais.
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