1 - João Lourenço apenas anunciou a sua pretensão de concorrer à liderança do MPLA ao BP, sem, no entanto, explicar aos milhares de militantes quais são as razões de fundo para tal intenção e apelar aos mesmos para que lhe renovassem a confiança. Mandou lixar os militantes.
2 - Recolha das assinaturas de forma clandestina, por coação e intimidação aos militantes, sobretudo àqueles que ocupam cargos públicos. Por que razão os militantes que participaram das marchas de apoio não subscreveram? Os membros dos comités provinciais, dos comités municipais e comunais nem tomaram conhecimento da recolha das assinaturas. Apenas alguns, de forma secreta.
3 - Apresentação precipitada da candidatura, mesmo sabendo que havia outros interessados, cujo prazo termina a 25 de outubro. Sendo o presidente, seria o último a apreciar a jogada dos demais candidatos.
Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762
4 - Validação da candidatura fora do prazo e de forma precipitada, com 11 mil assinaturas, mesmo sendo o presidente do MPLA em funções, com toda a máquina a seu favor e um mandatário experiente. Em política e no desporto, os números falam muito mais do que as palavras. São os números que nos dizem quem ganhou ou quem perdeu. Portanto, são 19 mil contra 11 mil.
5 - Não se dignou a agradecer o engajamento e a confiança que os militantes do MPLA lhe depositaram após a validação da sua candidatura. Como quem diz: o partido é meu e faço dele o que bem entender. Mandou lixar os militantes.
6 - Confiou em demasia no SINSE, Ju Martins, Kapapinha, Mara Quiosa, General Tavares e Paulo Pombolo, muitos dos quais experientes. Não levaram a sério e já não tem conserto.
7 - Subestimaram o General Higino Carneiro, dando nota de que não haveria de conseguir superar as 5 mil assinaturas, dando garantia a João Lourenço de que tinham a coisa controlada.
8 - Ficou provado que nunca houve apoio incondicional ao presidente João Lourenço por parte dos membros. A ausência de Job Kapapinha foi a prova inequívoca.
RESULTADO
- Humilhação pública do presidente João Lourenço perante a sociedade nacional e internacional e no seio dos militantes, bem como perda da confiança política no seio dos militantes. Os números não mentem: 19 mil contra 11 mil.
MEDIDAS A TOMAR
1. Num país sério, com democracia consolidada, o presidente João Lourenço tem as seguintes saídas:
a) Demitir-se do cargo de presidente do MPLA;
b) Desistir da corrida porque, no universo dos mais de 4 milhões de militantes do MPLA, 19 mil militantes são contra a liderança do presidente João Lourenço. Portanto, a subscrição das assinaturas é igual a uma votação indireta, porque nem todos os militantes participam do congresso.
c) Aceitar com serenidade essa derrota técnica, porque o presidente João Lourenço perdeu a confiança política dos militantes, e sentar-se com o General Higino Carneiro, em nome da unidade interna do MPLA, e mandar parar a PGR com este espetáculo, para o bem da justiça angolana, que já anda enferma.
d) Exonerar o diretor do SINSE e retirar a confiança política aos camaradas Paulo Pombolo, Mara Quiosa, Job Kapapinha, Ju Martins e General Tavares. Em política não há coincidências. Tiveram tempo suficiente para analisar os riscos da decisão precipitada que levaram o presidente a tomar. Isso não tem outro nome nem outro adjetivo. Foi uma pura traição. Kibiona de aço no mutungo, sem gel.
Moxico Leste aos 26-062026
Filho do Caputo
Lil Pasta News , nós não informamos, nós somos a informação



0 Comentários